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Visando deixar a aparência do carro diferente, original, muitos proprietários empregam o tuning. A palavra pode ser considerada relativamente nova, porém a prática há muito tempo já é disseminada no mercado.
Vamos supor que o automóvel saia de fábrica sem o aerofólio. Se o dono do modelo decide equipá-lo com tal acessório, já se poder dizer que ele começou a executar um modesto tuning, apesar de muitos adeptos do gênero afirmarem que esse processo de personalização é mais complexo, envolvendo não só uma parte do veículo, e sim ele completo (pintura, acabamento, motorização, rodas, cockpit etc...) - como é o caso de Rony Máximo, que possui um Fork KA ano 2007 totalmente tunado. “A cada ano mexia um pouquinho, devido aos custos. Fui estudando vários tipos de modelos, através de revistas, sites, filmes e visita a salões ...”, diz.
Para realizar o trabalho de customização, como fez Rony, lojas especializadas são cada vez mais requisitadas. Porém, o método de trabalho de cada uma delas varia. Partindo de um projeto, digamos, artesanal até um high-tech. A diferença entre essas duas categorias está nos recursos que são adotados pelas oficinas na hora de executar a tarefa.

Quem trabalha num processo tipicamente artesanal, sem recursos tecnológicos, é a Tec Art, empresa há 22 anos no ramo de customização automotiva. Como explicou um dos diretores da companhia, Gláucio Luiz Ortega, o cliente chega com a ideia e a oficina executa o job. “O projeto de desenvolvimento do layout é muito caro. Não trabalhamos dessa forma (com designers gráficos e programas de simulação), porque é algo muito caro e geralmente o cliente quer investir pouco, em várias etapas. Então, mostramos o nosso material, e o cliente decide o que vai fazer”.
Já a GSV Tuning, loja com sede no bairro paulistano da Moóca, terceriza alguns de seus projetos. O dono, Gesinei Tancredo de Moura - mais conhecido como Tancredo - explica que isso é raro (menos de 5% do total) mas ocorre. “Dá para o carro chegar aqui em qualquer estado, que nós conseguimos customizá-lo com a espuma automotiva”, explica Tancredo sobre um dos recursos utilizados pela oficina. Na verdade, esse material consiste em blocos de variados tamanhos que podem ser cortados facilmente com faca, estilete, espátulas etc... Além de poder ser trabalhado com lichas d’água, que possibilitam fazer vários tipos de acabamento - como curvas, círculos, frestas, entre outros...
 
Confira a matéria completa na 33ª edição da Revista AutoMOTIVO
 
 
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