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texto por: Bianca Souza - fotos por: Arquivo RA
publicada em: 01/04/2011
   
         
Tecnologia - Sensor de Farol
  Instaladores: Atenção a este novo acessório!

         
 

O conforto e segurança andam aliados na tecnologia automotiva e toda novidade é bem vinda quando se trata de melhorar a vida do motorista. Um destes produtos que mais tem ganhado espaço e atenção na vida de motoristas brasileiros antenados com as tecnologias é o sensor de luminosidade, embora seja um item de série nos carros comercializados em países europeus, por aqui ainda é uma dos acessórios que engatinha em direção de seu espaço.

Este produto deve ser observado com mais atenção pelos instaladores, já que a quantidade de fabricantes cresce consideravelmente e os preços tornaram o produto mais acessível a qualquer proprietário de veículo, além disso, como já faz parte da realidade do nicho de acessórios automotivos a procura nas lojas tende a aumentar.
O sensor de luminosidade (ou de farol) detecta, através de um sensor crepuscular quando falta luz no ambiente em que o carro está e assim aciona automaticamente a meia luz dos faróis.

A tecnologia aplicada possibilita que seja feita uma regulagem manual dos faróis quando se fizer necessário.

     

Basicamente, o sensor funciona com um fotoresistor, que nada mais é do que um resistor comum de eletricidade, cuja resistência é inversamente proporcional à quantidade de luz que incide sobre ao mesmo, ou seja, ele funciona quando falta luz ao invés de funcionar quando há existência de luz.
Existe uma variante de tempo que o sensor leva para informar quando o carro encontra-se numa situação de falta de luz que possa interferir na segurança da dirigibilidade, segundo Luiz Passan, engenheiro de desenvolvimento da Flexitron – uma das empresas que já fabricou o sensor de luminosidade para uma encomenda específica.

                                                           Avanço Tecnológico

Desde 2005, os veículos da Mercedes Benz trazem além do sensor de luminosidade, um aperfeiçoamento com um computador de bordo que traz as imagens iluminadas pelo sensor no painel do carro.

Assim além de iluminar a visão noturna do motorista, ainda mostra a imagem do que há na frente do carro com sensores infravermelhos que detectam os obstáculos que dificilmente podem ser vistos a olho nu.

A evolução dos sensores de luminosidade pode ser acionada por um simples toque no relógio indicativo do velocímetro que automaticamente é substituído pela imagem da câmera. As imagens da câmera são enviadas por um arquivo de dados registrados através de uma interface de vídeo digital para uma unidade intitulada pela Mercedes Benz como Unidade de Assistência de Visão Noturna.

                                                           Dentro da legalidade

O artigo 40 do Código Nacional de Trânsito é claro quando diz que: “O uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações: I - o condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública; IV - o condutor manterá acesas pelo menos as luzes de posição do veículo quando sob chuva forte, neblina ou cerração; VI - durante a noite, em circulação, o condutor manterá acesa a luz de placa“.

Sendo assim, o sensor de farol acaba por solucionar um dos problemas de segurança apontados pelo Código Nacional de Trânsito, já que na falta de luminosidade ou de visibilidade plena automaticamente o sensor emite a meia luz do farol.

A legislação brasileira determina que o não cumprimento das normas acima citadas gera uma infração leve, com a multa de R$ 53,20, além de três pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

             
             
             
     
             
 
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